Quando a busca no INPI não conta toda a história | O risco corporativo de tratar a superfície como se fosse o cenário completo.
Quando a busca no INPI não conta toda a história
O risco corporativo de tratar a superfície como se fosse o cenário completo.
A série Cobaias da Inovação, do universo #Auditossauros, nasceu com um objetivo claro: observar, com humor crítico, como ideias aparentemente simples podem gerar problemas reais quando passam do discurso para a prática dentro das organizações.
O experimento corporativo da vez
Na tirinha de hoje, o experimento organizacional parece trivial. Alguém realiza uma busca rápida no INPI para verificar a disponibilidade de um nome de marca. Nenhum resultado exato aparece. A conclusão vem imediatamente: "Ótimo, a marca está livre."
Como funciona o exame de marcas no INPI
O exame realizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) não considera apenas a escrita literal. São analisadas possíveis semelhanças entre sinais, incluindo:
- → Semelhança fonética (o som da marca ao falar)
- → Semelhança visual (grafia e logotipos)
- → Semelhança conceitual (o significado por trás do nome)
Uma experiência real no projeto Auditossauros
Curiosamente, o próprio projeto Auditossauros está vivendo esse processo na prática. O registro da marca no INPI exige acompanhamento constante e atenção técnica a cada etapa.

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