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Quando a busca no INPI não conta toda a história | O risco corporativo de tratar a superfície como se fosse o cenário completo.

Série: Cobaias da Inovação

Quando a busca no INPI não conta toda a história

O risco corporativo de tratar a superfície como se fosse o cenário completo.

A série Cobaias da Inovação, do universo #Auditossauros, nasceu com um objetivo claro: observar, com humor crítico, como ideias aparentemente simples podem gerar problemas reais quando passam do discurso para a prática dentro das organizações.

A crítica não é à tecnologia. Nem à inovação. O foco é a adoção apressada e a ausência de análise adequada de riscos.

O experimento corporativo da vez

Na tirinha de hoje, o experimento organizacional parece trivial. Alguém realiza uma busca rápida no INPI para verificar a disponibilidade de um nome de marca. Nenhum resultado exato aparece. A conclusão vem imediatamente: "Ótimo, a marca está livre."

Como funciona o exame de marcas no INPI

O exame realizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) não considera apenas a escrita literal. São analisadas possíveis semelhanças entre sinais, incluindo:

  • Semelhança fonética (o som da marca ao falar)
  • Semelhança visual (grafia e logotipos)
  • Semelhança conceitual (o significado por trás do nome)
Riscos Comuns: Omissão de buscas em classes afins, oposição de terceiros, exigências técnicas e o temido indeferimento do pedido.

Uma experiência real no projeto Auditossauros

Curiosamente, o próprio projeto Auditossauros está vivendo esse processo na prática. O registro da marca no INPI exige acompanhamento constante e atenção técnica a cada etapa.

#Auditossauros #INPI

Jacson Cruz do Nascimento • Março de 2026

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