Resolução CMN 4.966 em 2026
O primeiro ano após a implementação e os impactos na auditoria
🚀 Sobrevivente de 2025? Se você não virou nômade digital, você faz parte do grupo que atravessou o primeiro ciclo completo da 4.966. O balanço fechou, a auditoria passou, e agora?
Já passou mais de um ano desde que a norma virou rotina operacional. Em fevereiro de 2026, a pergunta não é mais sobre o projeto, mas sobre a sustentação. Quem disse que o modelo de Perda de Crédito Esperada seria tranquilo, provavelmente nunca abriu um balancete do COSIF em fechamento anual.
🔍 O que aprendemos após 1 ano
📉 Stage 2: O Triângulo das Bermudas
O Stage 2 virou o novo ponto de tensão. Ativos que migram para cá entram em um limbo de provisões elevadas. A discussão deixou de ser apenas regulatória e passou a ser um braço de ferro técnico entre riscos e financeiro.
🔮 Modelos vs. Realidade
Em 2025, o foco era construir a "bola de cristal". Em 2026, o desafio é explicar para o Conselho por que o modelo não previu aquele cenário específico. A dependência de premissas nunca foi tão questionada.
🛑 Adeus, Perda Incorrida
A lógica mudou: agora provisionamos o risco futuro. O ceticismo técnico da auditoria subiu de nível. Não basta ter o dado, é preciso ter a consistência metodológica para defendê-lo.
🦖 Nota Prática dos Auditossauros
Se o seu modelo de perda esperada está apresentando resultado zero, cuidado: ou seu portfólio é um milagre contábil, ou suas premissas estão otimistas demais. A auditoria adora esses "ovos de dinossauro" não eclodidos.
📊 E na sua instituição, qual o maior desafio em 2026?
Escolha a opção que mais dói no seu dia a dia:
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